Justificados, pois, mediante a fé...





Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;
por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. Romanos 5. 1 e 2



Através da fé, recebemos um novo relacionamento com Deus. O relacionamento entre o Criador (Deus) e a sua Criatura ( homem)é restaurado por meio da fé em Cristo Jesus, desfazendo toda inimizade. O resultado é a paz.


Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. 1 João 5.1

Só podemos chegar ao Pai através de seu Filho Jesus. Para aqueles que tem fé em Cristo, recebe o perdão e tem livre acesso a Deus.
Quando falamos em salvação, temos em mente que estamos garantidos em Cristo por toda a eternidade, e, se temos consciência (fé) disso,nada poderá nos abater. A base da nossa salvação é a fé em Jesus, em Seu sacrifício bendito e eterno. 
Por meio de um só homem fomos condenados pelo pecado, (Adão desobedeceu a Deus e recebeu o peso do pecado), e por meio de um só homem (Jesus) recebemos o perdão e refazemos a amizade com Deus.


Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Romanos 8.1

O perdão não é por mérito nosso, é graça de Cristo. Não alcançamos pelas nossas obras, mas pela obra de Cristo na Cruz. Não é um troféu que conquistamos, mas uma graça que recebemos.



    Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 7.23.

    Aqueles que creem no Senhor Jesus já estão perdoados. A culpa dos seus pecados já foram cancelados. Eles já estão limpos. O perdão dos pecados é o primeiro passo para a vida cristã, ele em parceria a justificação e a santificação possibilita e reabilita do perdido como filho e servo do Senhor.

    Temos em Jesus Cristo o nosso advogado, consolador, e o verdadeiro caminho. Nos resgatou de todo pecado tomando para si o peso de nossas transgressões. Pela fé em Cristo Jesus, tornamos filhos de Deus. 
    Por isso somos justificados pela fé e ficamos em paz com Deus.



    Provérbios 12:19 (...língua mentirosa...)




    Passeio de trem.




    Um jovem de 24 anos, olhando pela janela de um trem, gritou:

    “Pai, olhe as árvores andando para trás!”


    O pai sorriu e um casal que estava sentado próximo a eles olhou para o comportamento infantil do rapaz de 24 anos com piedade.

    De repente, o rapaz novamente exclamou:

    “Pai, veja as nuvens correndo com a gente!”


    O casal não resistiu. Eles pensaram que o rapaz era mentalmente deficiente  e disseram para o velho:

    “Por que você não o leva a um bom médico?”


    O velho sorriu e disse... 

    “Eu fiz isto e acabamos de sair do hospital. Meu Filho era cego de nascença e acabou de ganhar estes olhos hoje...”



    Moral da história: 


    Cada pessoa no planeta tem uma história.

    Não julgue as pessoas antes de realmente conhecê-las.

    A verdade pode te surpreender.




    Autor desconhecido.



    Provérbios 12:18 (...tagarelice...)




    A Volta de Jesus e os Sinais do Fim dos Tempos.




    As vezes não conseguimos observar por nós mesmo. 

    Esse vídeo dá uma explicação dos sinais bíblicos e do Apocalipse.

    Estude a Bíblia e tire suas próprias conclusões, não espere que os outros dê a você de mão beijada. 

    Melhor  é conhecermos por nós. A Bíblia ainda é um livro liberado, estude. E que o Espírito Santo de Deus lhe oriente.







    Provérbios 12:17 (O que diz a verdade...)




    As 95 Teses de Martinho Lutero.

    Em 1517, Lutero afixou na porta da Capela adjacente ao Castelo de Wittenberg, 95 teses, declarações de fé que havia extraído diretamente da Bíblia, condenando a hipocrisia da liderança eclesiástica e suas falsas doutrinas.
                      




    Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. Padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, poderão fazer por escrito.

    Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.



    1ª Tese
    Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos...., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.

    2ª Tese
    E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.

    3ª Tese
    Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.

    4ª Tese
    Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.

    5ª Tese
    O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.

    6ª Tese
    O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.

    7ª Tese
    Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.

    8ª Tese
    Canones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.

    9ª Tese
    Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema

    10ª Tese
    Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.

    11ª Tese
    Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.

    12ª Tese
    Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.

    13ª Tese
    Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.

    14ª Tese
    Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.

    15ª Tese
    Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.

    16ª Tese
    Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.

    17ª Tese
    Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.

    18ª Tese
    Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.

    19ª Tese
    Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.

    20ª Tese
    Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.

    21ª Tese
    Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.

    22ª Tese
    Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.

    23ª Tese
    Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.

    24ª Tese
    Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.

    25ª Tese
    Exatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d'almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.

    26ª Tese
    O papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.

    27ª Tese
    Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.

    28ª Tese
    Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.

    29ª Tese
    E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal.

    30ª Tese
    Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.

    31ª Tese
    Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.

    32ª Tese
    Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.

    33ª Tese
    Há que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.

    34ª Tese
    Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.

    35ª Tese
    Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.

    36ª Tese
    Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.

    37ª Tese
    Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.

    38ª Tese
    Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.

    39ª Tese
    É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar.

    40ª Tese
    O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.

    41ª Tese
    É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.

    42ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.

    43ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.

    44ª Tese
    E que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.

    45ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus.

    46ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.

    47ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada

    48ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.

    49ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.

    50ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos que, se papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

    51ª Tese
    Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro.

    52º Tese
    Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.

    53ª Tese
    São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.

    54ª Tese
    Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.

    55ª Tese
    A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.

    56ª Tese
    Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo.

    57ª Tese
    Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.

    58ª Tese
    Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.

    59ª Tese
    São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.

    60ª Tese
    Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.

    61ª Tese
    Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.

    62ª Tese
    O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.

    63ª Tese
    Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.

    64ª Tese
    Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.

    65ª Tese
    Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.

    66ª Tese
    Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.

    67ª Tese
    As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.

    68ª Tese
    Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.

    69ª Tese
    Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência-

    70ª Tese
    Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.

    71ª Tese
    Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.

    72ª Tese
    Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.

    73ª Tese
    Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.

    74ª Tese
    Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.

    75ª Tese
    Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.

    78 ª Tese
    Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui.

    77ª Tese
    Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa.

    78ª Tese
    Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12.

    79ª Tese
    Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia.

    80ª Tese
    Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.

    81ª Tese
    Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.

    82 ª Tese
    Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima' caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante?

    83ª Tese
    Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto' ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados?

    84ª Tese
    Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga?

    85ª Tese
    Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor?

    86ª Tese
    Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?

    87ª Tese
    Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária?

    88ª Tese
    Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.

    89ª Tese
    Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes?

    90ª Tese
    Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

    91ª Tese
    Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.

    92ª Tese
    Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz.

    93ª Tese
    Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.

    94ª Tese
    Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.

    95ª Tese
    E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.




    Fontes:
    http://www.luteranos.com.br/
    http://www.monergismo.com/




    Provérbios 12:15 (O caminho do insensato...)




    Martinho Lutero


    Nascido em Eisleben na Alemanha a 10 de novembro de 1483. Tendo uma disciplina rígida, estudou latim e recebeu grau de Mestre em Artes e começou a estudar Direito.
      Tendo passado por uma forte tempestade onde quase foi morto por um raio, encheu-se de temor, com isso, fez uma promessa de virar monge. Largou então o curso de Direito, e sem dar explicações a ninguém, juntou-se ao convento dos eremitas agostinianos de Erfurt. Foi ordenado sacerdote em 1507 e bacharel em teologia em 1509 passando a lecionar.
      Apesar de ter sido convidado a ensinar, Lutero se interessava mais em aprender, e enquanto procurava um novo livro na biblioteca para ler, achou uma Bíblia em latim, que nunca havia visto. Passou a estudar a Bíblia sem parar e ficou impressionado de ver como a Igreja de seus dias estava longe das verdades que ele descobrira. Na época a Igreja ensinava que somente por meio dos padres alguém poderia alcançar o perdão de Deus, com obras de caridade e pagamento de indulgências. Porém, Martinho acreditava que só se conseguia o perdão verdadeiro através do arrependimento, combatendo assim os falsos pregadores.
      ''Somos justificados pela fé" (Rm 5,1) Esse era o pensamento que dominava a mente de Lutero, que aprofundou ainda mais sua convicção ao estudar as cartas de Paulo. Ao mesmo tempo, ele via que as atitudes da igreja divergiam da fé em Jesus Cristo e que os clérigos somente queriam obter poder e riquezas. 
      Os ensinos de Lutero eram diferentes de outros professores, pois apontava para Jesus como único capaz de perdoar pecados, e dizia que todos deveriam aceitar o dom gratuito que custou a Cristo um preço tão alto.
      Em 1513, a Igreja de Roma precisava de muito dinheiro para terminar sua mais nova catedral. Para isso, começou a vender indulgências por toda a Europa. Chegou ao ponto de as pessoas comprarem indulgências para perdão de pecados que ainda iriam cometer. 
      Lutero ficou indignado com essa direta contradição à Palavra de Deus.
      Em 1517, Lutero afixou na porta da Capela adjacente ao Castelo de Wittenberg, 95 teses, declarações de fé que havia extraído diretamente da Bíblia, condenando a hipocrisia da liderança eclesiástica e suas falsas doutrinas.
      Em vez de darem razão a Lutero, os lideres da igreja viram como ameaça e começaram a persegui-lo.
      Lutero então foi chamado a Worms, na França, para debater seus ensinos. Chegando lá descobriu que estava em um tribunal sendo julgado e condenado por heresia. Ele deveria rejeitar suas teses.
    Lutero respondeu  com convicção: 

    ''Sua Excelência, o Imperador e todos os Senhores Juízes aqui presentes me pediram uma resposta direta, então falarei com toda a sinceridade, sem tentar enganá-los. Se eu já não tivesse sido convencido de que o que li nas Escrituras é a verdade - pois não há líder eclesiástico, concílio, rei ou imperador, os quais são homens falhos, que pudessem convencer-me do contrário -  alegremente renunciaria aos meus escrito. Todavia, minha consciência está presa e cativa pelas Escrituras. Não posso negar nada do que disse, principalmente porque não é bom nem proveitoso ir contra minha consciência. Essa é minha posição. Não há como ser de outra maneira. Não tenho mais nada a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim.'' 

      Lutero foi excomungado pelo papa. Pouco tempo depois, estava passando de carroça por uma estrada e foi sequestrado. Segundo historiadores, esse foi um falso sequestro feito por Frederico, O Sábio, para proteger seu amigo Lutero. Sendo assim considerado um fora da Lei. Aproveitou esse tempo excluso para traduzir a Bíblia para o alemão. Quando voltou para Wittenberg, publicou vários livros e trabalhos combatendo as falsas idéias que a Igreja Católica ensinava e distribuiu sua tradução da Bíblia para que todos pudessem ler por si mesmas.
      Em 1527, Lutero sofreu um ataque cardíaco que quase o levou a Morte. Por isso fazia cada vez menos aparições em público para falar. Contudo, já havia marcado sua geração levantando publicamente a questão central: a fá cristã deve ser governada pela Palavra de Deus ou por homens falhos?
      Em 1546, com 63 anos, Martinho Lutero morreu em paz. Suas últimas palavras foram as seguintes: '' Entrego meu espírito em Tuas mãos, pois tu me redimiste, ó Deus da Verdade (Sl 31.5), porque Deus tanto amou o mundo, que deu seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas que tenha a vida eterna (Jo 3.16)''.




    Filme Completo 





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    O que podemos dizer: "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.'' (João 8:32)


    Lutero conheceu a verdade lendo as Escrituras Sagradas, libertando-se de tradições que não faziam parte da Palavra de Deus. Nós temos hoje a liberdade de Ler e interpretar a Bíblia por nós mesmos. Podemos encontrar respostas para nossas dúvidas. A Palavra de Deus está ai para que conheça o verdadeiro caminho, o único e verdadeiro, Jesus Cristo.


    Leia a Bíblia quando estiver com dúvidas.



    Fontes:
    Livro Loucos Por Jesus - Lúcio Barreto JR - Volume 1
    http://www.infoescola.com/biografias/martinho-lutero/
    http://www.horaluterana.org.br/quem-foi-martinho-lutero/

    Provérbios 12:14 ( Cada um se farta de bem...)



    Que farei de Jesus?

    Leitura Bíblica: Mateus 27.15-22
    • Ora, por ocasião da festa, costumava o governador soltar ao povo um dos presos, conforme eles quisessem.
    • Naquela ocasião, tinham eles um preso muito conhecido, chamado Barrabás.
    • Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhes Pilatos: A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?
    • Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado.
    • E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito.
    • Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus.
    • De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás!
    • Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.





        A pergunta de Pilatos "O que farei de Jesus?" revela preocupação e até desespero. Certamente Pilatos sabia algo sobre Jesus. Seus ensinos e milagres devem ter chegado ao conhecimento dele. E agora, inesperadamente, Jesus é preso e levado a julgamento. As autoridades dos judeus estão com pressa - e Pilatos não encontra justificativa para a condenação. Apela então para o expediente da tortura, visando a despertar piedade nos acusadores. Mas estes insistem na crucificação. Pilatos ainda tenta outro expediente. Por ocasião da Páscoa, um preso poderia ser indultado. O povo podia escolher. Pilatos tem uma ideia. Escolhe Barrabás, um assassino bem conhecido. O governador o coloca ao lado de Jesus e pede que o povo escolha: Barrabás ou Jesus? Para sua surpresa, os líderes religiosos convencem a multidão a pedir Barrabás e mandar executar Jesus.
         
         Com isso o problema continua com Pilatos, que, confuso indaga de novo: "Qual dos dois vocês querem que eu lhes solte?" A resposta vem aos brados: "Barrabás!" É nessa atmosfera que Pilatos pergunta: "Que farei então com Jesus, Chamado Cristo?"
         
         Pilatos não conseguiu responder como deveria. Preferiu condenar Jesus, o Filho de Deus, contra o que sabia ser correto, e com isso condenou a si mesmo como culpado. Para nós a pergunta remete ao versículo em destaque acima. Trata-se de crer que a morte de Jesus se deu em nosso favor, para nos reconciliar com Deus - ou não.

         Aprendamos a lição: quem tomar uma resolução errada com Jesus, não o recebendo como Senhor e Salvador de sua vida, sofrerá as consequências. Já os que acertam a vida com Jesus podem descansar, pois ele lhes assegura o perdão e a vida eterna.


    Então, o que você fará com Jesus?





    Bibliografia: Presente Diário (rádio trans mundial)
                         Bíblia Sagrada

    Provérbios 12:13 (Pela transgressão...)





    O tempo de Deus.








    1. Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu:
    2. há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;
    3. tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar;
    4. tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria;
    5. tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;
    6. tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora;
    7. tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar;
    8. tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.


    Esses versículos afirmam que Deus certamente tem um plano traçado para nossas vidas. Devemos observar que cada atividade das nossas vidas tem o seu oposto. E todas as atividades tem um tempo estabelecido. 
    Podemos aceitar as vontades de Deus para nossas vidas ou podemos escolher por nós mesmos. Mas devemos saber que Deus é compassivo, bondoso e fiel. Devemos confiar no seu agir e descansar Nele confiando assim em sua vontade, pois, assim estaremos amparados quando vier os tempos difíceis. 

    A administração de nosso tempo não é apenas um fato de nos mantermos ocupados, mas também em descobrir a vontade de Deus para nossa vida.
    Todos nós temos o mesmo tempo: horas, minutos, segundos; devemos determinar como usar esse tempo. O desafio não é determinar a nossa vida ou o próximo ano. O desafio maior é organizarmos o nosso dia-à-dia, reservando tempo para descansar, alimentar, exercitar e principalmente cuidar da vida devocional. Deixando tempo para família. 
    Nosso tempo não consiste apenas em trabalho, juntar dinheiro. Nosso tempo tem que ser dedicado conforme a vontade de Deus: Precisamos de um trabalho de onde tiramos nosso sustento, e de tempo para estudo e meditação da Palavra de Deus.

    Jesus disse: "buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."(Mateus 6.33).

    Uma forma de fazer isso é dedicar o final do dia ao descanso e à reflexão, bem como à preparação para o dia seguinte e planejamento de nossas atividades.
    A tomada de decisões, realização de tarefas e meios distintos de comunicação são ordenados com objetivo em mente - que nossas vidas e ambiente possam ser ordenados de modo a dar a máxima liberdade para atingirmos as metas de Deus. 




    Provérbios 12: 9 (Melhor é o que se estima em pouco...)