Martinho Lutero
Nascido em Eisleben na Alemanha a 10 de novembro de 1483. Tendo uma disciplina rígida, estudou latim e recebeu grau de Mestre em Artes e começou a estudar Direito.
Tendo passado por uma forte tempestade onde quase foi morto por um raio, encheu-se de temor, com isso, fez uma promessa de virar monge. Largou então o curso de Direito, e sem dar explicações a ninguém, juntou-se ao convento dos eremitas agostinianos de Erfurt. Foi ordenado sacerdote em 1507 e bacharel em teologia em 1509 passando a lecionar.
Apesar de ter sido convidado a ensinar, Lutero se interessava mais em aprender, e enquanto procurava um novo livro na biblioteca para ler, achou uma Bíblia em latim, que nunca havia visto. Passou a estudar a Bíblia sem parar e ficou impressionado de ver como a Igreja de seus dias estava longe das verdades que ele descobrira. Na época a Igreja ensinava que somente por meio dos padres alguém poderia alcançar o perdão de Deus, com obras de caridade e pagamento de indulgências. Porém, Martinho acreditava que só se conseguia o perdão verdadeiro através do arrependimento, combatendo assim os falsos pregadores.
''Somos justificados pela fé" (Rm 5,1) Esse era o pensamento que dominava a mente de Lutero, que aprofundou ainda mais sua convicção ao estudar as cartas de Paulo. Ao mesmo tempo, ele via que as atitudes da igreja divergiam da fé em Jesus Cristo e que os clérigos somente queriam obter poder e riquezas.
Os ensinos de Lutero eram diferentes de outros professores, pois apontava para Jesus como único capaz de perdoar pecados, e dizia que todos deveriam aceitar o dom gratuito que custou a Cristo um preço tão alto.
Em 1513, a Igreja de Roma precisava de muito dinheiro para terminar sua mais nova catedral. Para isso, começou a vender indulgências por toda a Europa. Chegou ao ponto de as pessoas comprarem indulgências para perdão de pecados que ainda iriam cometer.
Lutero ficou indignado com essa direta contradição à Palavra de Deus.
Em 1517, Lutero afixou na porta da Capela adjacente ao Castelo de Wittenberg, 95 teses, declarações de fé que havia extraído diretamente da Bíblia, condenando a hipocrisia da liderança eclesiástica e suas falsas doutrinas.
Em vez de darem razão a Lutero, os lideres da igreja viram como ameaça e começaram a persegui-lo.
Lutero então foi chamado a Worms, na França, para debater seus ensinos. Chegando lá descobriu que estava em um tribunal sendo julgado e condenado por heresia. Ele deveria rejeitar suas teses.
Lutero respondeu com convicção:
''Sua Excelência, o Imperador e todos os Senhores Juízes aqui presentes me pediram uma resposta direta, então falarei com toda a sinceridade, sem tentar enganá-los. Se eu já não tivesse sido convencido de que o que li nas Escrituras é a verdade - pois não há líder eclesiástico, concílio, rei ou imperador, os quais são homens falhos, que pudessem convencer-me do contrário - alegremente renunciaria aos meus escrito. Todavia, minha consciência está presa e cativa pelas Escrituras. Não posso negar nada do que disse, principalmente porque não é bom nem proveitoso ir contra minha consciência. Essa é minha posição. Não há como ser de outra maneira. Não tenho mais nada a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim.''
Lutero foi excomungado pelo papa. Pouco tempo depois, estava passando de carroça por uma estrada e foi sequestrado. Segundo historiadores, esse foi um falso sequestro feito por Frederico, O Sábio, para proteger seu amigo Lutero. Sendo assim considerado um fora da Lei. Aproveitou esse tempo excluso para traduzir a Bíblia para o alemão. Quando voltou para Wittenberg, publicou vários livros e trabalhos combatendo as falsas idéias que a Igreja Católica ensinava e distribuiu sua tradução da Bíblia para que todos pudessem ler por si mesmas.
Em 1527, Lutero sofreu um ataque cardíaco que quase o levou a Morte. Por isso fazia cada vez menos aparições em público para falar. Contudo, já havia marcado sua geração levantando publicamente a questão central: a fá cristã deve ser governada pela Palavra de Deus ou por homens falhos?
Em 1546, com 63 anos, Martinho Lutero morreu em paz. Suas últimas palavras foram as seguintes: '' Entrego meu espírito em Tuas mãos, pois tu me redimiste, ó Deus da Verdade (Sl 31.5), porque Deus tanto amou o mundo, que deu seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas que tenha a vida eterna (Jo 3.16)''.
Os ensinos de Lutero eram diferentes de outros professores, pois apontava para Jesus como único capaz de perdoar pecados, e dizia que todos deveriam aceitar o dom gratuito que custou a Cristo um preço tão alto.
Em 1513, a Igreja de Roma precisava de muito dinheiro para terminar sua mais nova catedral. Para isso, começou a vender indulgências por toda a Europa. Chegou ao ponto de as pessoas comprarem indulgências para perdão de pecados que ainda iriam cometer.
Lutero ficou indignado com essa direta contradição à Palavra de Deus.
Em 1517, Lutero afixou na porta da Capela adjacente ao Castelo de Wittenberg, 95 teses, declarações de fé que havia extraído diretamente da Bíblia, condenando a hipocrisia da liderança eclesiástica e suas falsas doutrinas.
Em vez de darem razão a Lutero, os lideres da igreja viram como ameaça e começaram a persegui-lo.
Lutero então foi chamado a Worms, na França, para debater seus ensinos. Chegando lá descobriu que estava em um tribunal sendo julgado e condenado por heresia. Ele deveria rejeitar suas teses.
Lutero respondeu com convicção:
''Sua Excelência, o Imperador e todos os Senhores Juízes aqui presentes me pediram uma resposta direta, então falarei com toda a sinceridade, sem tentar enganá-los. Se eu já não tivesse sido convencido de que o que li nas Escrituras é a verdade - pois não há líder eclesiástico, concílio, rei ou imperador, os quais são homens falhos, que pudessem convencer-me do contrário - alegremente renunciaria aos meus escrito. Todavia, minha consciência está presa e cativa pelas Escrituras. Não posso negar nada do que disse, principalmente porque não é bom nem proveitoso ir contra minha consciência. Essa é minha posição. Não há como ser de outra maneira. Não tenho mais nada a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim.''
Lutero foi excomungado pelo papa. Pouco tempo depois, estava passando de carroça por uma estrada e foi sequestrado. Segundo historiadores, esse foi um falso sequestro feito por Frederico, O Sábio, para proteger seu amigo Lutero. Sendo assim considerado um fora da Lei. Aproveitou esse tempo excluso para traduzir a Bíblia para o alemão. Quando voltou para Wittenberg, publicou vários livros e trabalhos combatendo as falsas idéias que a Igreja Católica ensinava e distribuiu sua tradução da Bíblia para que todos pudessem ler por si mesmas.
Em 1527, Lutero sofreu um ataque cardíaco que quase o levou a Morte. Por isso fazia cada vez menos aparições em público para falar. Contudo, já havia marcado sua geração levantando publicamente a questão central: a fá cristã deve ser governada pela Palavra de Deus ou por homens falhos?
Em 1546, com 63 anos, Martinho Lutero morreu em paz. Suas últimas palavras foram as seguintes: '' Entrego meu espírito em Tuas mãos, pois tu me redimiste, ó Deus da Verdade (Sl 31.5), porque Deus tanto amou o mundo, que deu seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas que tenha a vida eterna (Jo 3.16)''.
Filme Completo
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O que podemos dizer: "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.'' (João 8:32)
Lutero conheceu a verdade lendo as Escrituras Sagradas, libertando-se de tradições que não faziam parte da Palavra de Deus. Nós temos hoje a liberdade de Ler e interpretar a Bíblia por nós mesmos. Podemos encontrar respostas para nossas dúvidas. A Palavra de Deus está ai para que conheça o verdadeiro caminho, o único e verdadeiro, Jesus Cristo.
Leia a Bíblia quando estiver com dúvidas.
Fontes:
Livro Loucos Por Jesus - Lúcio Barreto JR - Volume 1
Livro Loucos Por Jesus - Lúcio Barreto JR - Volume 1
http://www.infoescola.com/biografias/martinho-lutero/
http://www.horaluterana.org.br/quem-foi-martinho-lutero/
http://www.horaluterana.org.br/quem-foi-martinho-lutero/
Que farei de Jesus?
Leitura Bíblica: Mateus 27.15-22
- Ora, por ocasião da festa, costumava o governador soltar ao povo um dos presos, conforme eles quisessem.
- Naquela ocasião, tinham eles um preso muito conhecido, chamado Barrabás.
- Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhes Pilatos: A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?
- Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado.
- E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito.
- Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus.
- De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás!
- Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.
A pergunta de Pilatos "O que farei de Jesus?" revela preocupação e até desespero. Certamente Pilatos sabia algo sobre Jesus. Seus ensinos e milagres devem ter chegado ao conhecimento dele. E agora, inesperadamente, Jesus é preso e levado a julgamento. As autoridades dos judeus estão com pressa - e Pilatos não encontra justificativa para a condenação. Apela então para o expediente da tortura, visando a despertar piedade nos acusadores. Mas estes insistem na crucificação. Pilatos ainda tenta outro expediente. Por ocasião da Páscoa, um preso poderia ser indultado. O povo podia escolher. Pilatos tem uma ideia. Escolhe Barrabás, um assassino bem conhecido. O governador o coloca ao lado de Jesus e pede que o povo escolha: Barrabás ou Jesus? Para sua surpresa, os líderes religiosos convencem a multidão a pedir Barrabás e mandar executar Jesus.
Com isso o problema continua com Pilatos, que, confuso indaga de novo: "Qual dos dois vocês querem que eu lhes solte?" A resposta vem aos brados: "Barrabás!" É nessa atmosfera que Pilatos pergunta: "Que farei então com Jesus, Chamado Cristo?"
Pilatos não conseguiu responder como deveria. Preferiu condenar Jesus, o Filho de Deus, contra o que sabia ser correto, e com isso condenou a si mesmo como culpado. Para nós a pergunta remete ao versículo em destaque acima. Trata-se de crer que a morte de Jesus se deu em nosso favor, para nos reconciliar com Deus - ou não.
Aprendamos a lição: quem tomar uma resolução errada com Jesus, não o recebendo como Senhor e Salvador de sua vida, sofrerá as consequências. Já os que acertam a vida com Jesus podem descansar, pois ele lhes assegura o perdão e a vida eterna.
Então, o que você fará com Jesus?
Bibliografia: Presente Diário (rádio trans mundial)
Bíblia Sagrada
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